segunda-feira, 4 de junho de 2012

Poesia da Amizade

Nascida irradiante, esplendorosa como o sol
Crescida, que se impõe em meio ao arrebol
Infiltrando-se nos escaninhos de minh’alma, a meu ver
Leves gotas de orvalho, refletindo-se nos pergaminhos do meu ser

Flor que desabrocha em meio às tempestades
Incontáveis dos nossos dissabores que ficou
Arrematando a tristeza em meio à frieza
Do peito, que se cubra a sombra de árvore
Na qual a amizade e a felicidade nos abrigou

Feridas velhas, que ardem ao encalço de minhas dores
Às vezes doces, às vezes podres, que transpassa o peito
E afaga a vida, que se não é mais bela, ao menos é bem mais terna
Quando dividida Eu posso, leve fardo se eleva, e não mais se enerva
Vejo que o pranto, nem sempre é o manto que encobre numa nuvem escura...

Brisa Lira suave, sopra ao vento, melodioso canto, eu sinto, danço
Penso,reflito, respiro e vivo, dedico á todos os amigos que se foram
A quem ficou, que somou, que passou na vida ou na além vida
A amizade que fluiu que restou e sempre existiu...

Dedico a todos os meus amigos, especialmente aqueles que não mais usufruo da presença amiga...




Um comentário:

  1. Que lindo poema minha irmã!!! De onve vem tamanha inspiranção?? São lindos os contos e os poemas...e andou escondendo isso da gente por tanto tempo...Parabéns!!

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